Club das quem? Nesta comédia de costumes em que se tornou o nosso país só faltava esta. Que os bispos achem que os homossexuais vão para o inferno, que a família "real" portuguesa tenha pretensões de corte inglesa, que o Portugal no Coração faça o corropio de tudo o que é pimba, foleiro e mal-emparelhado, ainda vá lá, mas a chefe do club das virgens ter sido assediada? Mas para onde é que vamos? Um país de tontos e tontas.
Depois de mostrar a sua sensualidade numa produção bem ousada publicada no CM Vidas, Margarida Menezes, a fundadora do Clube das Virgens, tem sido muito assediada. Via Correio da Manhã.
quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
Insultos, banalidades e Face Oculta
Diz João Miguel Tavares na sua coluna no Diário de Notícias sob o título sugestivo A distância que vai do insulto à ilegalidade:
Na última coluna que publicou no jornal Sol, o arquitecto José António Saraiva escreveu o seguinte post scriptum: "As conversas [entre José Sócrates e Armando Vara] contêm linguagem imprópria, com insultos e referências desprimorosas a figuras públicas, pelo que não podem ser divulgadas. Se isso acontecesse, Sócrates seria forçado a renunciar - ou o PR teria de o demitir." O Sol tem liderado o noticiário em torno do caso "Face Oculta", através dos textos de Felícia Cabrita, e portanto é de supor que o director do jornal já tenha tido contacto com algumas transcrições das conversas entre Sócrates e Vara.
Ao que tudo indica, portanto, as transcrições das cassettes aqui relatadas em anterior post correspondem efectivamente a conversas do primeiro-ministro com o seu amigo Armando Vara. Podem os meus amigos do PS escandalizar-se com a suposta invocação da sua veracidade mas ela aí está por alguém que nas décadas que tem de jornalismo (José António Saraiva) não avança com um comentário, sem verificar o seu quadro circunstancial. O leit-motiv da (nossa) argumentação do outro dia subsiste: não parece que haja matéria (pelo menos aqui) para tal agazarra, não se vislumbra pelo menos aqui que o primeiro-ministro incorresse nalgum lapso grave. Usou uma linguagem imprópria do primeiro-ministro alega o Arq. Saraiva? Só na cabeça do arquitecto os políticos são diferentes dos cidadãos comuns e não dizem umas porras e umas merdas quando lhe apertam os calos ou acordam mal-dispostos. Seria curioso relatar alguns dos apartes dessa figura brilhante da história da 2.a República, Jorge Sampaio, para se perceber que também por aí o gato foi às flores. Ressalvo a posição que então tomei: o primeiro-ministro, nas suas conversas privadas, pode usar a linguagem vernácula que quiser, ninguém tem nada com isso. O que não é permitido, em nome do bom nome da República, é que os Srs. Procurador-Geral da República e Presidente do Supremo Tribunal de Justiça façam uma espécie de censura prévia em nome dos bons costumes para proteger a imagem do primeiro-ministro. Como se ele fosse uma virgem intocada para que importaria proteger o bom nome, senão o himen. Trata-se de uma intolerável intromissão do poder judicial na esfera do político e que não tem qualquer justificação, para além do que todos nós somos responsáveis pelo que dizemos. Como, aliás, João Miguel Tavares na linha do que aqui elaborávamos aponta no seu comentário de opinião aqui. A César o que é de César.
Na última coluna que publicou no jornal Sol, o arquitecto José António Saraiva escreveu o seguinte post scriptum: "As conversas [entre José Sócrates e Armando Vara] contêm linguagem imprópria, com insultos e referências desprimorosas a figuras públicas, pelo que não podem ser divulgadas. Se isso acontecesse, Sócrates seria forçado a renunciar - ou o PR teria de o demitir." O Sol tem liderado o noticiário em torno do caso "Face Oculta", através dos textos de Felícia Cabrita, e portanto é de supor que o director do jornal já tenha tido contacto com algumas transcrições das conversas entre Sócrates e Vara.
Ao que tudo indica, portanto, as transcrições das cassettes aqui relatadas em anterior post correspondem efectivamente a conversas do primeiro-ministro com o seu amigo Armando Vara. Podem os meus amigos do PS escandalizar-se com a suposta invocação da sua veracidade mas ela aí está por alguém que nas décadas que tem de jornalismo (José António Saraiva) não avança com um comentário, sem verificar o seu quadro circunstancial. O leit-motiv da (nossa) argumentação do outro dia subsiste: não parece que haja matéria (pelo menos aqui) para tal agazarra, não se vislumbra pelo menos aqui que o primeiro-ministro incorresse nalgum lapso grave. Usou uma linguagem imprópria do primeiro-ministro alega o Arq. Saraiva? Só na cabeça do arquitecto os políticos são diferentes dos cidadãos comuns e não dizem umas porras e umas merdas quando lhe apertam os calos ou acordam mal-dispostos. Seria curioso relatar alguns dos apartes dessa figura brilhante da história da 2.a República, Jorge Sampaio, para se perceber que também por aí o gato foi às flores. Ressalvo a posição que então tomei: o primeiro-ministro, nas suas conversas privadas, pode usar a linguagem vernácula que quiser, ninguém tem nada com isso. O que não é permitido, em nome do bom nome da República, é que os Srs. Procurador-Geral da República e Presidente do Supremo Tribunal de Justiça façam uma espécie de censura prévia em nome dos bons costumes para proteger a imagem do primeiro-ministro. Como se ele fosse uma virgem intocada para que importaria proteger o bom nome, senão o himen. Trata-se de uma intolerável intromissão do poder judicial na esfera do político e que não tem qualquer justificação, para além do que todos nós somos responsáveis pelo que dizemos. Como, aliás, João Miguel Tavares na linha do que aqui elaborávamos aponta no seu comentário de opinião aqui. A César o que é de César.
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Ainda Copenhaga
A minha visão da conferência na habitual coluna do Hoje Macau:
O mundo tem os olhos postos na cidade de Copenhaga onde tem lugar o congresso internacional sobre aquecimento global e mudanças climáticas promovido pelas Nações Unidas, e pela tasf-force que supervisiona o United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCC). De certa forma joga-se em Copenhaga o futuro do mundo e das próximas gerações quando o quarto relatório de avaliação da Convenção relata que o aquecimento global é um fenómeno evidente e que se os países industrializados não cortarem as emissões de gazes que agravam o efeito de estufa entre 25% e 40%, até 2020, a temperatura geral à superfície do planeta subirá 2 graus nesta data e à volta de 3.5 graus célsius até 2100. O resto aqui.
O mundo tem os olhos postos na cidade de Copenhaga onde tem lugar o congresso internacional sobre aquecimento global e mudanças climáticas promovido pelas Nações Unidas, e pela tasf-force que supervisiona o United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCC). De certa forma joga-se em Copenhaga o futuro do mundo e das próximas gerações quando o quarto relatório de avaliação da Convenção relata que o aquecimento global é um fenómeno evidente e que se os países industrializados não cortarem as emissões de gazes que agravam o efeito de estufa entre 25% e 40%, até 2020, a temperatura geral à superfície do planeta subirá 2 graus nesta data e à volta de 3.5 graus célsius até 2100. O resto aqui.
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segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009
Os olhos em Copenhaga
Quase duas centenas de países vão estar representados em Copenhaga para tomar as mais importantes decisões sobre a saúde do planeta nas próximas décadas. A Cimeira do Clima arranca esta segunda-feira na capital dinamarquesa com uma ambiciosa agenda de combate ao aquecimento global. Até dia 18, representantes de 192 países vão debater propostas ambientais a partir de um ponto de convergência: a temperatura não deverá aumentar mais de dois graus até 2050. Com o objectivo inicial de substituir Quioto, Estados Unidos e União Europeia já manifestaram abertura para proceder a cortes significativos nas suas emissões de dióxido de carbono. Também outros países poluentes, como China e Índia, fizeram saber que estão disponíveis para fazer cedências se o exemplo for dado pelos países mais desenvolvidos.
O site das Nações Unidas: http://en.cop15.dk/ . O que é essencial em Copenhaga: http://en.cop15.dk/news/view+news?newsid=876 . Copenhaga 2009 - um Guia de A a Z - http://www.irishtimes.com/newspaper/world/2009/1207/1224260240010.html
O site das Nações Unidas: http://en.cop15.dk/ . O que é essencial em Copenhaga: http://en.cop15.dk/news/view+news?newsid=876 . Copenhaga 2009 - um Guia de A a Z - http://www.irishtimes.com/newspaper/world/2009/1207/1224260240010.html
Os homossexuais e o Reino dos Céus
É curiosa esta fobia da Igreja Católica com a homossexualidade quando nas suas fileiras existem clérigos com esta orientação sexual. Parece que já se esqueceu o envolvimento de padres católicos em actos de pedofilia em Boston e na Bélgica. Esta hipocrisia de algumas estruturas da Igreja Católica com uma situação de orientação sexual que está para ficar e é de mera liberdade pessoal é perturbadora. Num tempo em que mais precisamos de um sentido de tolerância nas nossas comunidades (na raça, no sexo e na religião), a Igreja Católica dá o pior exemplo.
Transexuais e homossexuais não entrarão no Reino dos Céus, não sou eu quem diz, e sim S. Paulo?, garante o cardeal mexicano Javier Barragan, recém-aposentado de funções no Vaticano.
Em declarações publicadas no site pontifex.roma, o cardeal defende que "não se nasce homossexual, torna-se homossexual. Por várias razões, por educação, por não ter desenvolvido a dignidade durante a adolescência... Talvez [os homossexuais] não sejam culpados, mas por irem contra a dignidade do corpo, certamente não entrarão no Reino dos Céus?.
Via i
Transexuais e homossexuais não entrarão no Reino dos Céus, não sou eu quem diz, e sim S. Paulo?, garante o cardeal mexicano Javier Barragan, recém-aposentado de funções no Vaticano.
Em declarações publicadas no site pontifex.roma, o cardeal defende que "não se nasce homossexual, torna-se homossexual. Por várias razões, por educação, por não ter desenvolvido a dignidade durante a adolescência... Talvez [os homossexuais] não sejam culpados, mas por irem contra a dignidade do corpo, certamente não entrarão no Reino dos Céus?.
Via i
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Francisco Moita Flores e o PSD
Moitas Flores insurge-se com o manobrismo político rasteiro da direcção do PSD a lembrar os piores tempos do rotativismo monárquico que conduziram ao desacreditar da monarquia, ao assassinato do Rei e à dança de governos da 1.a República. De certa maneira, o PSD de hoje é a pior expressão do Partido Republicano desse outro tempo. Por isso é preciso contrariar os Velhos do Restelo e a política do atoleiro e abrir as portadas para que o vento entre.
Há mais de um mês que a política portuguesa é dominada pelo tema das escutas que envolveram Armando Vara e José Sócrates. E debate-se tudo em torno das escutas, a legalidade ou ilegalidade, a divulgação ou não, se devem ser destruídas ou guardadas.
É o destrambelho total, sem-vergonha e ordinário. Os deputados despertaram agora para a corrupção e vão à pressa, apressadinhos, recuperar aquilo que há muito polícias e magistraturas defendem e que ano após ano, legislatura após legislatura, varreram para debaixo do tapete. Mas ao menos que discutam estes problemas essenciais sem atirar para o território sórdido, da mesquinhez ressabiada, acusações enviesadas, coisa própria dos cobardes.
O que a actual direcção do PSD está a fazer com a pressão e as insinuações sobre as escutas ultrapassa os níveis da decência, colocando-se dentro de uma redoma de actos em que os piores sentimentos humanos vêm à superfície. O ressabiamento pela derrota eleitoral que só os tontos não perceberam que iria acontecer. Os tontos e os clientes do embuste.
O que estamos a assistir é a negação de tudo aquilo que gente, na qual me incluo, acredita ser o ideal social-democrata. A política acabou para este PSD. Apenas vale a vingança pessoal e ódios mesquinhos sem grandeza nem sentido de serviço ao País. O notável discurso de Francisco Pinto Balsemão produzido esta semana está cheio de razão e de esperança. E de ameaças. E com toda a razão: este caminhar pela política sem ideias, sem propostas, carregado de insinuações ao carácter das pessoas, tem como objectivo o suicídio do próprio partido. E da Oposição, que se admite ser a mais idónea para poder governar.
Não são escutas arrancadas a ferros de um qualquer processo judicial que resolvem ou entregam esperança a um País arruinado pela crise e exausto de tanta canalhice. Aquilo que se espera de um projecto social-democrata é que nos diga como baixamos o desemprego, em vez de ser Paulo Portas a dizer. Como temos melhor educação, e não esperar que seja outro a dizê-lo. Como teremos melhor saúde. Como teremos mais dignidade e riqueza.
Temos esse direito, de saber quais as alternativas que se colocam para que a Justiça seja mais ágil e justa, para que o tecido empresarial ganhe energia, para que a competitividade cresça. Sobre isto, ouvimos Sócrates, Portas e o populismo do BE. O PSD está entretido com as escutas, atónito e ressabiado, sem ainda ter percebido que serve, ou devia servir, um povo que tem fome e está desempregado. É este o grande erro de Sócrates. É por aqui que a batalha política se ganha ou perde. Agora, com escutas? Não me lixem.
Francisco Moita Flores (CM)
Há mais de um mês que a política portuguesa é dominada pelo tema das escutas que envolveram Armando Vara e José Sócrates. E debate-se tudo em torno das escutas, a legalidade ou ilegalidade, a divulgação ou não, se devem ser destruídas ou guardadas.
É o destrambelho total, sem-vergonha e ordinário. Os deputados despertaram agora para a corrupção e vão à pressa, apressadinhos, recuperar aquilo que há muito polícias e magistraturas defendem e que ano após ano, legislatura após legislatura, varreram para debaixo do tapete. Mas ao menos que discutam estes problemas essenciais sem atirar para o território sórdido, da mesquinhez ressabiada, acusações enviesadas, coisa própria dos cobardes.
O que a actual direcção do PSD está a fazer com a pressão e as insinuações sobre as escutas ultrapassa os níveis da decência, colocando-se dentro de uma redoma de actos em que os piores sentimentos humanos vêm à superfície. O ressabiamento pela derrota eleitoral que só os tontos não perceberam que iria acontecer. Os tontos e os clientes do embuste.
O que estamos a assistir é a negação de tudo aquilo que gente, na qual me incluo, acredita ser o ideal social-democrata. A política acabou para este PSD. Apenas vale a vingança pessoal e ódios mesquinhos sem grandeza nem sentido de serviço ao País. O notável discurso de Francisco Pinto Balsemão produzido esta semana está cheio de razão e de esperança. E de ameaças. E com toda a razão: este caminhar pela política sem ideias, sem propostas, carregado de insinuações ao carácter das pessoas, tem como objectivo o suicídio do próprio partido. E da Oposição, que se admite ser a mais idónea para poder governar.
Não são escutas arrancadas a ferros de um qualquer processo judicial que resolvem ou entregam esperança a um País arruinado pela crise e exausto de tanta canalhice. Aquilo que se espera de um projecto social-democrata é que nos diga como baixamos o desemprego, em vez de ser Paulo Portas a dizer. Como temos melhor educação, e não esperar que seja outro a dizê-lo. Como teremos melhor saúde. Como teremos mais dignidade e riqueza.
Temos esse direito, de saber quais as alternativas que se colocam para que a Justiça seja mais ágil e justa, para que o tecido empresarial ganhe energia, para que a competitividade cresça. Sobre isto, ouvimos Sócrates, Portas e o populismo do BE. O PSD está entretido com as escutas, atónito e ressabiado, sem ainda ter percebido que serve, ou devia servir, um povo que tem fome e está desempregado. É este o grande erro de Sócrates. É por aqui que a batalha política se ganha ou perde. Agora, com escutas? Não me lixem.
Francisco Moita Flores (CM)
Mário Soares
Grande entrevista de Mário Soares a um matutino ainda não disponível na Internet. O antigo secretário-geral do PS assesta as suas baterias sobre o seu companheiro de partido Manuel Alegre e tenta a estocada pela traseira para liquidar o espaço de manobra de Alegre para as novas presidenciais. O mito da bonomia do antigo presidente da República está morto. Um a um, Mário Soares trai os seus amigos e aliados de sempre: depois de Mateus, Zenha, depois de Zenha, Manuel Alegre. Faltará trair mais alguém? Só a si próprio talvez. É triste ver um político com relevância tamanha na democracia portuguesa diminuir-se a este ponto: uma figura grotesca e ridícula.
sábado, 5 de Dezembro de 2009
A frase da semana
Carlos Carreiras, reconquista a presidência da distrital de Lisboa do PSD. Vence por uma larga margem o adversário que se candidatou apoiado por Manuela Ferreira Leite. Diz que a derrota de Jorge Bacelar Gouveia é mais uma derrota da líder do PSD e deixa-lhe um recado: "Patriotismo passa por cada um de nós dar o que pode ao País. Mas patriotismo também é a líder perceber que se deve afastar".
Miguel Sousa Tavares
O jornalista Miguel Sousa Tavares vai deixar de ser comentador da TVI no final de Dezembro e iniciará, em Fevereiro, um programa na SIC sobre a actualidade política, que coordenará, soube o SOL junto de fontes próximas da SIC. (Via Sol)
O enfant terrible do comentário de opinião muda de quadradinho e vai para a SIC. Provavelmente ao mesmo tempo que Marcelo Rebelo de Sousa na RTP. De MST espera-se sempre o melhor (a forma desempoeirada como lê os agentes políticos) e o pior (a forma desbragada e cega como alimenta o mito Pinto da Costa). Não o veremos em Macau o que é uma pena, mas o penico do compacto da RTPN parece continuar a satisfazer a direcção da TDM.
O enfant terrible do comentário de opinião muda de quadradinho e vai para a SIC. Provavelmente ao mesmo tempo que Marcelo Rebelo de Sousa na RTP. De MST espera-se sempre o melhor (a forma desempoeirada como lê os agentes políticos) e o pior (a forma desbragada e cega como alimenta o mito Pinto da Costa). Não o veremos em Macau o que é uma pena, mas o penico do compacto da RTPN parece continuar a satisfazer a direcção da TDM.
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Miguel Sousa Tavares
Cavaco vs Sócrates
Cavaco e Sócrates experimentam os efeitos do seu azedume. O cinismo político de ambos é notório. Ambos jogam o respectivo futuro político: Cavaco um segundo mandato como Presidente cujo desenlace manterá até ao fim; Sócrates o seu futuro à frente do PS. De certa maneira sem um não haverá o outro: são o o verso e reverso do regime anódino e pouco promissor a que chegámos. Mas Sócrates tem uma carta na manga chamada António Guterres e se ele quiser pode ser o sonho para a dobradinha do lado do PS.
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Sócrates
A (nossa) má Universidade
Portugal tem das universidades menos eficazes da União Europeia. A conclusão surge num estudo encomendado pela Comissão Europeia e feito por quatro investigadores do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG).
O ensino superior português está entre os que recebem pior nota. O trabalho analisou a eficiência do ensino superior em todos os países da União Europeia com dados de 1998 a 2005.
Os investigadores concluem que em Portugal, comparativamente, os recursos financeiros e humanos são mal aproveitados.
Via TSF online
sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009
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